sábado, 25 de julho de 2009

Concurso Público





Se namorado de neta de senador "ganha" um cargo público sem concurso, imagine o que não ganha uma filha de senador! Pode "ganhar" até um estado todinho pra ela. Imagine o que não ganha um primogênito! Talvez um monte de empresas nas mais diversas áreas de atuação empresarial.

Isto posto é lançado o concurso para fazer parte da família

O edital do concurso público será publicado no próximo mês e será exigido dos candidatos os Principios da Administracão Publica
Os 5 princípios fundamentais da Administração Pública estão arrolados na Constituição Federal art. 37 e são os seguintes:
LEGALIDADE: a administração está sujeita a lei;
MORALIDADE: a administração não pode desprezar o ético (probidade);
IMPESSOALIDADE: evitar o favoritismo ou privilégios, o interesse público é norteador;
PUBLICIDADE: divulgação dos atos ao público;
EFICIÊNCIA: administração com qualidade.

Drummond o profeta

Não há o que falar, Drummond certamente era vidente.

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse....
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?

terça-feira, 21 de julho de 2009

Atendendo ao profesor denis

Se acham que errei na grafia (profesor denis) vejam os comentários nas postagem anteriores.

Por Chico Bruno publicado no site http://prosaepolitica.com.br/


A vã tentativa de colocar Serra no rolo de Sarney


Aliados de Lula na internet, Daniel Pearl, autor do blog da Dilma e Helena Sthephanowitz, responsável pelo blog Amigos do presidente Lula, criaram o blog Fica Sarney para se contrapor ao blog Fora Sarney, segundo a jornalista Ana Ramalho em sua coluna de hoje (17) no Jornal do Brasil.
A estratégia do blog Fica Sarney se resume a tentativa de transformar o governador de São Paulo, José Serra (PSDB) em bode expiatório da situação deplorável em que se encontra o oligarca do Maranhão e Amapá.
A maioria dos textos postados no blog remete os leitores aos acontecimentos do ano de 2002, quando a précandidatura de Roseana Sarney a presidência da República desmoronou graças ao Caso Lunus, quando a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 1 milhão no escritório de Roseana e de seu marido Jorge Murad, em São Luiz.
Naquela época, José Sarney responsabilizou Serra como o mentor da operação da Polícia Federal, como forma de desestabilizar a candidatura do paulista a presidência da República. Como não conseguiu, se vingou apoiando o desafeto de então Lula.
Para combater as denúncias de agora contra o clã dos Sarney, os defensores do oligarca na internet repetem a mesma estratégia tentando responsabilizar José Serra.
Isso fica claro através do banner “Fica Sarney, fora José Serra”, postado ilustrativamente no referido blog.
A estratégia é paroquial.
Funciona nos feudos de Sarney no Maranhão e no Amapá, onde o clã mantém a imprensa sob controle através de múltiplas ações de favorecimento explicito.
Não funciona com os conglomerados de mídia nacionais, que não dependem de favores políticos para sobreviver.
Tentar transformar José Serra em mentor das denúncias contra o clã dos Sarney é uma estratégia tosca. Uma tentativa de politizar a questão.
Ao tentar misturar as denúncias com a sucessão presidencial de 2010, os autores do blog querem transformar uma questão de assalto aos cofres públicos em embate político.
Insistem em uma tese furada. Serra não tem nada a ver com as agruras do clã dos Sarney. Afinal, quem vive no fio da navalha sabe muito bem os riscos que corre. Sabe direitinho que um dia a casa pode cair. É isso que está acontecendo. É o famoso ditado “aqui se faz, aqui se paga”.
A prova que essa estratégia paroquial não cola está na coluna de Ana Ramalho que inspira esse texto, no Jornal do Brasil, do dia 17.
Ela informa que o Fica Sarney “até o fechamento da edição contava com 821 adesões à permanência de Sarney na presidência da Casa Alta”.
Ainda, segundo Ana, “o número de adesões é desprezível nestes tempos de Facebook e Orkut. Mas não é nada, não é nada, já é um consolo e tanto, né, não?”
Aliás, as pessoas precisam começar a entender que a internet é uma força e tanto na divulgação em tempo real de notícias factuais, mas não está com essa bola toda quando diz respeito a fazer a cabeça da opinião pública.
Nesse aspecto, os jornais, as revistas e as emissoras de rádio e televisão levam farta vantagem.

quinta-feira, 16 de julho de 2009










Vejam o primor da mensagem que recebi no blog.




profesor denis disse...
VOCE ESQUECEU DE COLOCAR O SITE FICA SARNEY,POIS EXISTE ESSE TAMBÉM E ESTÁ BOMBANDO.

Observações:

1. O profeSor denis deve ser formado na mesma faculdade do Luís Inácio;

2. Não há identificação, e-mail, telefone, blog, site ou qualquer outro meio de identificação do profeSor denis;

3. Peço aos colegas, que tem conhecimento técnico em informática, para localizar o profeSor denis. Tenho a impressão que talvez encontremos algum sobrinho nomeado por ato secreto.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Passeata Virtual # forasarney!


Quarta-feira, dia 15, das 15h às 16h horas.
Local: Na internet.
Ponto de partida: Seu computador, telefone celular, PDA, qualquer aparelho que possa enviar uma mensagem de e-mail, SMS, Twitter, etc.
Ponto de chegada: Congresso Nacional.
Sarney: sarney@senador.gov.br
Senadores: e-mails aqui
Como vai funcionar: Na quarta-feira no intervalo das 15h às 16h horas, você que tem um blog, site, Twitter, celular, etc, deverá estampar um “banner” ou selo com a mensagem “#forasarney” e enviar o máximo de mensagens ao Senado.
Clique e envie e-mail aos senadores!

http://forasarneyforasarney.blogspot.com/

sábado, 11 de julho de 2009

Perna curta


Em março o sr. Luis Inácio prometeu que faria 1.000.000 (um milhão) de casas em um ano; aumentou para dois anos; depois argumentou que “Um milhão de casas é um desafio que, a princípio, se imaginava cumprir em dois anos”, mas a gente não tem que se importar com o tempo”. É o projeto Minha Casa, Minha Vida.
Quero ver agora se ele vai se importar com a “cumpanherada” do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem Teto - que estão acampados em frente à casa dele no centro de São Bernardo, desde as 15h de quarta-feira.
O protesto já conta com 7 acorrentados e de acordo com Zezito Alves da Silva, dirigente estadual do MTST, a cada dia do protesto um militante voluntário deve se acorrentar ao grupo, como forma de pressionar o governo federal a interceder em assuntos de regularização de terrenos e obtenção de crédito para moradia. “Temos vinte companheiros esperando na fila para se acorrentar. São todos voluntários e não vamos desistir”.
Fazendo uma conta simples, faltará “cumpanhero” para se acorrentar, pois, para “o cara” entregar 1 milhão de casas em dois anos, ele teria que construir 1.370 casas por dia. Quantas já foram construídas?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Sir Ney


Reportagem publicada no Jornal Pequeno dá uma mostra de como a família do Sir Ney utiliza "seus" recursos financeiros.




POR OSWALDO VIVIANI


De Sintra, Portugal
Chamado pela revista inglesa "The Economist", em fevereiro passado, de representante do semifeudalismo na política brasileira, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), adquiriu, no final de sua Presidência, em 1990, um castelo em estilo que lembra o período medieval, na cidade de Sintra, em Portugal (a 20 km de Lisboa). Trata-se da Quinta dos Lagos - imóvel de 23.400 metros quadrados de área total, avaliado atualmente em R$ 30 milhões (10 milhões de euros), sem contar o valor histórico -, que teria pertencido a Sarney por pelo menos 5 anos. A propriedade nunca foi declarada à Justiça Eleitoral nem à Receita brasileira.
De acordo com uma reportagem investigativa publicada na ocasião pela revista portuguesa "Olá", Sarney comprou a Quinta dos Lagos por meio da Almonde Securities S.A., uma offshore com sede no Panamá, mas que tem os fundos geridos na Suíça. Os dois países - Panamá e Suíça - são "paraísos fiscais" (locais que gente endinheirada busca para abrir empresas quando pretende driblar o Fisco).
A reportagem do Jornal Pequeno esteve em Sintra e Lisboa, de 14 a 22 de abril, e teve acesso, embora restrito, ao registro da transação imobiliária na 1ª e na 2ª Conservatórias (Cartórios) de Registro Predial de Sintra. A Quinta dos Lagos teria sido comprada por José Sarney/Almonde de representantes legais de uma certa família Sibourg.
Não foi possível localizar nos dois cartórios de Sintra a data em que Sarney se desfez do imóvel. O JP apurou, no entanto, que o castelo segue em nome de alguém ligado à Almonde Securities, cujos endereço e telefone em Sintra são da Quinta dos Lagos. Vizinhos e comerciantes antigos, instalados nos arredores do castelo, garantiram ao JP que pelo menos até 1993 "uns brasileiros da família de um ex-presidente da República" passavam parte do verão europeu na Quinta dos Lagos.
Assunto tabu - O "caso do castelo" é um assunto tabu para o senador José Sarney, que sempre evitou, de todas as formas, comentá-lo. O JP encaminhou ao assessor da Presidência do Senado, Chico Mendonça, dois e-mails com várias perguntas a Sarney, além de ter feito com o assessor dois contatos telefônicos.
Na única e ligeira resposta dirigida ao JP, Mendonça afirmou apenas, num e-mail, que "a informação não é verdadeira" e que "quando surgiu pela primeira vez, à época do governo Sarney, foi cabalmente desmentida". O assessor não informou ao JP os termos desse desmentido "cabal" e, certamente por orientação do senador Sarney, fez um pedido estranho, no final do e-mail: "A declaração deve ser atribuída a mim".